
terça-feira, fevereiro 28, 2012
SARAU DOS MESQUITEIROS, 25 DE FEVEREIRO DE 2012 - LANÇAMENTO DA NOSSA ANTOLOGIA LITERÁRIA

terça-feira, fevereiro 21, 2012
É NESTE SÁBADO, SARAU DOS MESQUITEIROS - LANÇAMENTO: PODE PÁ QUE É NÓIS QUE TÁ!

SARAU DOS MESQUITEIROS PUBLICA PRIMEIRA ANTOLOGIA LITERÁRIA
Com 54 escritores, a antologia organizada por Rodrigo Ciríaco será lançada no próximo sábado
Compartilhar a paixão pela literatura. Esse foi o primeiro objetivo do projeto Literatura (é) possível, criado em 2006 pelo educador e escritor Rodrigo Ciríaco, numa escola pública da zona leste da periferia de São Paulo.
Pode-se dizer que o trabalho está dando certo. Em 2009 surgem Os Mesquiteiros, coletivo cultural formado por jovens e adolescentes da comunidade do Jd. Verônia (Ermelino Matarazzo) que fortalecem e dão nova dinâmica ao projeto. E agora em 2012, entre saraus, encontros literários, espetáculos teatrais e a criação de um selo literário, surge então a primeira antologia do Sarau dos Mesquiteiros: “Pode pá que é nóis que tá”. A expressão cotidiana dá título a obra de poesia e prosa que reúne 54 autores, sendo 30 homens – sete nunca publicados – e 24 mulheres – 16 nunca publicadas.
Com o projeto gráfico feito por Silvana Martins (Sarau da Ademar), a obra é viabilizada com recursos do programa VAI e contempla não somente o livro, como oficinas de literatura e teatro, bem como o recém-lançado livro de contos, o “100 mágoas” do autor e criador do projeto, Rodrigo Ciríaco.
O livro chega então dividido em quatro capítulos que trazem, expressamente, títulos de canções do rap nacional como “Antigamente Quilombos, Hoje Periferia”, do grupo Z´África Brasil. “Ainda Há Tempo”, do Criolo. “Vida Loka”, dos Racionais MCs e “Fogo no Pavio”, do rapper e também poeta GOG.
“Além de acreditar que os títulos tem uma relação com o conteúdo de cada capítulo, foi uma maneira de homenagear e lembrar a cultura hip-hop e a sua importância para o movimento de literatura marginal – periférica”, destaca Ciríaco.
A miscelânea de estilos e autores fica por conta da diversidade, onde os estreantes, hoje com 12 ou 13 anos de idade encontram-se com já consagrados autores, com até 20 anos de estrada. “Pode Pá que é Nóis que Tá” é uma obra única por isso. “Respeitamos a caminhada, a história de todos, por isso, ao invés de destacá-los por suas histórias, destacamo-los por seus contos, seus poemas. Por seu trabalho literário. Aqui, isso é o que conta, o que importa.E todos são igualmente importantes. Pois todos escrevem a literatura possível. todos mostram que a literatura é possível”, enfatiza o idealizador.
Desta forma, o livro é também uma referência para se trabalhar em escolas, associações e saraus que apresentam a diversidade literária, se transformando num multiplicador do projeto Literatura (é) Possível.
Serviço - O lançamento do livro acontece no próximo sábado – 25 de fevereiro – das 17h às 20h no Sarau dos Mesquiteiros na Escola Estadual Franco Mesquita, localizada a rua Venceslau Guimarães, 581, Ermelino Matarazzo.
Mais informações podem ser obtidas nos sites: www.mesquiteiros.blogspot.com

sexta-feira, fevereiro 17, 2012
SARAU DOS MESQUITEIROS - SÁBADO, 25 DE FEVEREIRO - SÓ CHEGAR!


quinta-feira, janeiro 26, 2012
ATO - EMBAIXADA BRASILEIRA NA ALEMANHA - SOLIDARIEDADE AO #PINHEIRINHO
quarta-feira, janeiro 25, 2012
SARAU DOS MESQUITEIROS - CONEXÃO SÃO PAULO - RECIFE - BERLIM (ALEMANHA) - 25.01.2012

Excelente comentário via rádio por Ricardo Boechat:
Versão em Português:
O QUE É UM SARAU?
Sarau é uma festa, atividade cultural aberto a todas as pessoas, de todas as idades, na qual os presentes são convidados a recitar poemas e contos, contar histórias, cantar, tocar, apresentar esquetes teatrais, enfim: mostrar um trabalho, compartilhar a arte.
No Sarau todos são artistas e espectadores, ao mesmo tempo. Soberano, somente o respeito, a arte e a poesia.
Atualmente na cidade de São Paulo (Brasil) existem dezenas de saraus, espalhados pelas periferias que desenvolvem atividades semanais em regiões carentes de equipamentos de lazer e cultura.
O QUE É O SARAU DOS MESQUITEIROS?
O Sarau dos Mesquiteiros faz parte do movimento de literatura marginal-periférica que existe há mais de uma década nas periferias paulistanas e que está transformando a cena cultural e artística de São Paulo. É realizado há quase dois anos dentro de uma escola pública na periferia da zona leste de São Paulo e conta na sua organização e realização com a presença de crianças, jovens e adolescentes.
Curso de literatura e teatro, encontros literários, peças teatrais, publicações de contos e poemas são ainda atividades desenvolvida por seu coletivo, Os Mesquiteiros – união da idéia dos “Os Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas, com o nome da escola na qual acontecem as atividades, EE Francisco Mesquita.
A proposta é trazer um pouco do que acontece na cena paulistana através da parceria dos Os Mesquiteiros e A Livraria, fazendo uma conexão São Paulo – Recife – Berlim (Brasil – Alemanha).
Compareça e participe.
SARAU DOS MESQUITEIROS
CONEXÃO SÃO PAULO – RECIFE – BERLIM
QUARTA-FEIRA, 25.01.12
19:30HS
Versão em Alemão:
25.01.2012: Sarau | Open Stage Poesie + Musik | A Livraria Berlim
Ein Sarau ist eine Party oder kulturelle Veranstaltung, die offen für alle Menschen ist, unabhängig vom Alter. Das Publikum wird eingeladen und dazu ermuntert, Gedichte und Texte zu erzählen, singen, spielen, kleine Theaterstücke aufzuführen, usw. Kurz, alle können ein Werk zeigen und die Kunst teilen.
In einem Sarau sind alle gleichzeitig Künstler und Zuschauer. Hier herrscht nur der gegenseitige Respekt, die Kunst und die Poesie.
Zur Zeit gibt es in der Vorstadt São Paulos (Brasilien) duzenden von Saraus, die auf dieser Weise den Mangel an Kulturaktivitäten und Freizeitangebote zu überwinden versuchen.
WAS IST DER SARAU DOS MESQUITEIROS?
Der Sarau dos Mesquiteiros ist Teil der brasilianischen Bewegung der literatura marginal, die seit über ein Jahrzehnt in der Vorstadt Sao Paulos existiert, und die die Kunst- und Kulturszene der Stadt allmählich verändert hat. Seit zwei Jahren findet dieser Sarau in einer öffentlichen Schule statt. Zu den Teilnehmer und Organisatoren zählen Kinder, Jugendliche und Erwachsene.
Literatur- und Theaterworkshop, Lesungen, Veröffentlichung von Erzählungen und Gedichte, sind Aufgaben des Vereins „Os Mesquiteiros“ – der Name entstand aus einem Wortspiel zwischen den Drei Musketieren von Alexander Dumas und dem Namen der Schule in der die Ativitäten stattfinden: EE Francisco Mesquita.
Nun möchten Os Mesquiteiros in Zusammenarbeit mit A Livraria eine kleine Schau von dem, was man in Sao Paulo erlebt, nach Berlin holen. SSo schliesst sich den Kooperationskreis São Paulo – Recife – Berlin (Brasilien – Deutschland).
Alle sind herzlich eingeladen. Machen Sie mit!
SARAU DOS MESQUITEIROS
SÃO PAULO – RECIFE – BERLIM
Mittwoch, 25. Januar 2012, 19:30 Uhr
A Livraria
Torstr. 159
10115, Berlim
EINTRITT FREI
quinta-feira, janeiro 19, 2012
PODE PÁ QUE É NÓIS QUE TÁ! - ANTOLOGIA DE POESIA E PROSA - PROJETO LITERATURA (É) POSSÍVEL - SARAU DOS MESQUITEIROS

terça-feira, janeiro 17, 2012
REPERCUSSÃO: 100 MÁGOAS EM BERLIM E SARAU DOS MESQUITEIROS: CONEXÃO SP-RECIFE-BERLIM
Salve, rápa.
domingo, janeiro 15, 2012
PINHEIRINHO? RESISTE. MOINHO? RESISTE


(publicado no livro "Do luto à luta", organização Mães de Maio e no livro "100 Mágoas", de Rodrigo Ciríaco)
Na porta do bar, um copo segura um homem.
Na verdade, quem o visse assim parado na porta do bar esquina da Rua Quarunás com a Rua 24 de Fevereiro não veria o copo, não veria o homem. Apenas um corpo negro, escuro, sustentando farrapos; um cheiro forte de fumaça impregnando o azulejado e os olhos castanhos, vermelhos, marcados com os restos de uma visão do que foram barracos. Quem olhasse para ele naquela noite, fosse por minutos, fosse por horas, veria sempre a mesma coisa: cinzas.
São nomes agora confusos que na sua mente perfuram, atravessam, rasgam: São Rafael, Lajeado, Vila do Nilo, Vila Santa Catarina, Vila Andrade, Naval, Pau Queimado, Zaki Narchi, Raimundo Pereira de Magalhães, Chácara Bela Vista, Jardim Aeroporto, Real Parque. Conhecia todos estes lugares. Alguns, pelas lideranças diretas. Outros, por acompanhar pelos jornais. E agora Tiquatira.
Por duas vezes entre dois dias: Tiquatira.
Não importa o quanto digam que foi acidente. Que um morador descuidado esqueceu um fogão ligado, que um gato deu curto e espalhou faíscas para todos os lados. Que fizeram fogueira no lugar errado. Seu João Benedito, véio de guerra, que sempre foi líder nato nesta selva de pedra, sabe o quanto vale um terreno nesta terra. O quanto incomodava a ocupação de sua gente nela. Conhece bem a contabilidade, a velocidade com que supostos acidentes aumentam nas favelas conforme o interesse da especulação imobiliária cresce na cidade sem trégua.
“Treze incêndios acidentais nos últimos dois anos? Parece brincadeira...”.
Quase ensaia o último trago, quando da mente evasiva abruptamente é resgatado pelo baque-seco da garrafa de pinga que bate contra o teto da estufa de vidro que em seu interior traz resguardado ovos cozidos rosas e amarelos:
- Mais uma, seu Dito?
Estende o braço ao homem por trás do balcão e faz um gesto qualquer com a cabeça, que o mesmo entende como um sim, e deixa-o colocar mais uma dose antes de vê-lo voltar pra sua pequena cozinha.
Seu Dito continua em pé, na porta do bar. O copo o ajuda a se segurar.
Crianças correndo descalças no chão de barro levando a pipa aparecem em suas vistas, num piscar. E são seguidas de outras mães correndo com filhos nas mãos e no colo, gritando: “Meu Deus, meu Deus!” se ajoelhando e colocando-se a rezar. Homens que madrugavam no caminho pro trabalho com marmita feita antes do sol raiar, aparecem agora com baldes, panelas, mangueiras e latas velhas tentando o fogo apagar.
Tudo é em vão. A fogueira é insaciável. O incêndio incontrolável e a tudo devora muito rápido. O que se levou anos para construir, montar, trazer, pagar, em minutos vira fumaça. Cinzas no ar.
Cama, fogão, geladeira; fotos, roupas, documentos, lembranças de vidas inteiras. Nada, nada. Quase nada fica para guardar. De sobra um terreno. Em ruínas cinza e preto, madeiras e o estralo; estragos, reforçados pelas manchas carbonizadas que cobrem as centenas de adultos, jovens, mulheres, velhos, cachorros e crianças, que entre as buscas dos bombeiros tentam se deparar com algo útil.
- Foi tudo – alguém diz.
- Tudo é muito pra quem não tinha quase nada. – outro responde
Se pudesse seu Dito sentava, na parede encostava, e chorava. Esta era sua vontade. Afinal, tudo parecia em vão. Uma luta de anos consumida em segundos, espalhada como pó pelo chão.
Não pode. De longe, um de seus filhos caminha, o avista. Aproxima-se e se senta em um dos degraus da porta do bar. Pés descalços, sem camisa; um shortinho vermelho. Brinca perto do pai, com algumas bolinhas de gude. Após alguns minutos em silêncio, com uma voz mansa, como se não quisesse incomodar, olha e pergunta:
- Pai, meu caderno queimô. Como que eu vô estudá amanhã?
Um nó fecha a garganta de seu Dito. Ele trava, para. Vacila. Não sabe o que dizer. Antes de seu filho perceber, responde com outra pergunta:
Pai já deixô alguma coisa faltar?
- Não, nunca.
- Então se aquieta. Amanhã é outro dia. Pai cedo madruga. Consegue seu caderno, dos seus irmãos, cês vão pra escola estudá.
As palavras do pequeno tiraram seu Dito do quase transe que estava até então. Ele abandona o copo, saca algumas moedas do bolso, paga o que deve e estende para o seu filho sua mão. Surpreendendo o menino, suspende-o com um puxão, coloca-o acima de sua cabeça com as pernas entre o seu pescoço:
- Bôra? Então segura, peão!
Sai trotando, brincando com o pequeno em seus ombros. O vazio nos bolsos, o aperto no estômago, mas com garra e coragem. Tímidas na expressão mas grandes no coração. A mente já labutando, maquinando ideias. Para improvisar trabalho, roupas, alimentação. Resolver os problemas da escola, saúde, documentação. Tudo precisaria de muita solidariedade, luta e cooperação. Entre sua família, amigos e vizinhos era o que não faltava. Não. E novos. Novos planos de Ocupação. Afinal, não havia outra solução. O abandono dos Governos, a insensibilidade aos apelos. Os seus direitos, garantidos em Constituição. Não. Os seus não podiam e não iriam ficar na rua, ao léu. Jogados no chão. Não enquanto forças tivesse. Não enquanto pudesse. Se fosse cair, que estivesse em pé. Nunca ajoelhado, de cabeça baixa ou estendendo como um pedinte suas mãos.
Na porta do bar apenas o copo. Sob ele, um balcão. Memórias de um passado que agora não seguram mais Seu João. Aliás, nem nada. Nem ninguém.
sexta-feira, janeiro 13, 2012
SP-BERLIM: LITERATURA SEM FRONTEIRAS
Berlim, 13 de janeiro de 2012
Aconteceu na quinta-feira, 12 de janeiro de 2012, o lançamento do livro “100 Mágoas”, de Rodrigo Ciríaco (Edições Um Por Todos, 2011, 120 páginas) no espaço da A Livraria, loja especializada na literatura afro-luso-brasileira no coração de Berlim – Alemanha.
A atividade teve início por volta das 19:30hs e contou com a moderação e tradução para o alemão da pesquisadora Ingrid Hapke, da Universidade de Hamburgo (ALE).
Rodrigo Ciríaco falou um pouco sobre a origem do seu novo trabalho, iniciado em 2008 após a finalização do seu primeiro livro, o Te Pego Lá Fora (Edições Toró, 2008, 108 páginas), sobre a importância do financiamento do livro através de um edital público do município de São Paulo (o Programa VAI) e sobre o trabalho coletivo desenvolvido na elaboração de um novo selo editorial, o Um Por Todos, na qual o livro foi publicado – de maneira independente, diga-se de passagem. Falou ainda sobre o processo de construção do livro, questões estéticas relacionadas ao estilo da escrita e a diversidade de temas e personagens presentes nos contos: a pessoa em situação de rua, uma detenta condenada injustamente, o pai revoltado no leito do hospital sem atendimento para a filha, as traições, rejeições e (des)amores da vida privada, entre outros.
Foram feitas as leituras de dois contos do seu livro: “Maria”, que aborda a história de uma mulher acusada injustamente de matar a filha com cocaína em sua mamadeira e “Sem Mágoas”, conto este que faz referência ao título do livro e que aborda o desabafo de uma mulher ao seu ex-namorado.
Aliás, o destaque da presença de personagens femininas foi uma das perguntas da platéia, sobre como o autor faz para dar uma certa “naturalidade” a fala destas personagens, que afirmou, sem nenhum constrangimento, possuir seu “lado feminino” forte e decidido, além da importância do autor debruçar-se sobre a escrita: “todos os meus contos eu li, mexi e reescrevi, pelo menos, umas quinze, vinte vezes. Uma busca, uma briga para se achar a melhor palavra, a melhor expressão. Em qual ponto fica melhor a vírgula, um ponto ou mesmo nenhum dos dois”.
Outra pergunta de destaque foi sobre a “visceralidade” dos contos, ou do que Rodrigo gosta de chamar de “literatura de estômago”. Como se faz com tantas histórias, o que ela provoca no autor? “Gastrite”, foi a primeira resposta, seguida de risada dos presentes. “Mas por isso que não me considero muitas vezes um escritor, pois não gosto de escrever sobre qualquer coisa, mas aquilo que me pega pelo estômago, por baixo. Escrever é um ofício necessário para eu me sentir vivo”, declarou.
Outro ponto de destaque da atividade foi a qualidade das traduções literárias, do alemão para o português, feito pela pesquisadora Ingrid Hapke, da Universidade de Hamburgo (ALE), elogiada por vários dos presentes. Hapke está finalizando um trabalho de doutorado em letras sobre a literatura marginal-periférica brasileira e vem se destacado na divulgação, ensaios e tradução de textos e materiais ligados ao tema em terras germânicas.
Para finalizar, Rodrigo Ciríaco recitou o poema “Periafricania”, de Gaspar (Z´África Brasil) e os presentes convidados a participar de um coquetel, conhecer mais de seu trabalho e conversar com o autor.
SOBRE O AUTOR:
Rodrigo Ciríaco é educador e escritor e integrante do coletivo Os Mesquiteiros. Coordena há cinco anos em uma escola pública da periferia da Zona Leste de São Paulo o projeto de incentivo a leitura, escrita e criação artística, Literatura (é) Possível, na qual desenvolve oficinas de literatura e teatro, encontros com poetas e escritores e, mensalmente, o Sarau dos Mesquiteiros, que acontece todo último sábado de cada mês, na própria escola.
Autor dos livros Te Pego Lá Fora (Edições Toró, 2008, 108 páginas) e recentemente do 100 Mágoas (Edições Um Por Todos, 2011, 120 páginas), todos trabalhos independentes. Já registrou participações em eventos culturais e literários da rede SESC, Itaú Cultural e na FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) e teve alguns de seus contos traduzidos para o alemão (ainda sem publicação) e francês, no livro Je suis favela (Editions Anacaona, 2011), ao lado de Marcelino Freire, Marçal Aquino, Ferréz, Sacolinha, Alessandro Buzo, entre outros.
CONTATO:
Fone: +55 11 9457-6708
Twitter: @rodrigociriaco
Facebook: Rodrigo Ciríaco
Email: rodrigociriaco@yahoo.com.br